quarta-feira, 28 de março de 2012

As Diamond de Ambrizete

 

Fotos enviadas pelo companheiro Orlando Pinto ex-comandante da Secção de Tpts. de Anbrizete

 

 

Ambrizete-1970Diamon 2

terça-feira, 27 de março de 2012

ALCOBAÇA 2012 6º CONVIVIO DA Cª. DE TPTS 2687

Está de parabéns o Companheiro Alves de Sousa bem como seus filhos que organizaram com afinco mais este encontro.

Temos fé que para o ano haja mais comparências.

O próximo que será o 7º, está a cargo do companheiro Pragosa Correia, que tenciona realiza-lo nas imediações de Fátima

Para a posteridade aqui ficam algumas fotos do encontro de Alcobaça

 

6º Encontro (Alcobaça) 0116º Encontro (Alcobaça) 0656º Encontro (Alcobaça) 0666º Encontro (Alcobaça) 0676º Encontro (Alcobaça) 0686º Encontro (Alcobaça) 0726º Encontro (Alcobaça) 0736º Encontro (Alcobaça) 0836º Encontro (Alcobaça) 0186º Encontro (Alcobaça) 0216º Encontro (Alcobaça) 0226º Encontro (Alcobaça) 0236º Encontro (Alcobaça) 0246º Encontro (Alcobaça) 0256º Encontro (Alcobaça) 0266º Encontro (Alcobaça) 0276º Encontro (Alcobaça) 0306º Encontro (Alcobaça) 0396º Encontro (Alcobaça) 0566º Encontro (Alcobaça) 0576º Encontro (Alcobaça) 0606º Encontro (Alcobaça) 0616º Encontro (Alcobaça) 0626º Encontro (Alcobaça) 0646º Encontro (Alcobaça) 065

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A Minha versão sobre a Guerra do Ultramar

Aqueles que quiserem saber como se faz a guerra, terão de escutar os soldados que foram os homens da frente, do lado e da retaguarda. São esses os valentes, os que vêm os obstáculos, que pisam as minas, que alertam os que seguem atrás. São esses que obedecem, que cumprem, que morrem ou ficam mutilados. Os que dão voz de comando, que ordenam, que punem, que projetam  as operações e que redigem os relatórios; os que colhem os louros, em função dos relatos que fazem e que, nem sempre saíram do arame farpado, podem ser muito competentes e muito sérios. Mas os factos de que falam, foram vividos, bem ou mal, pela arraia miúda, a soldadesca anónima que cumpre sem discutir, executa sem reclamar, obedece sem ofender.
Ora esse exército que obedece, que executa, que cumpre sem ofender, sem reclamar e sem discutir, corresponde ao «quase milhão» de jovens que se expôs que deu o peito às balas, que fez noite e dia, em todas as circunstâncias, a guerra no Ultramar. Fosse, em Angola, na Guiné em Moçambique. Acontecera na Índia, em 22 de Julho de 1954, quando Neru invadiu os nossos enclaves do distrito de Damão no Estado Português da Índia. Repetiu-se, em maior escala, desde 4 de Fevereiro de 1961 nos palcos africanos. Uns nas Armas de Infantaria, Cavalaria  ou Artilharia. Outros na Força Aérea e na Marinha. Todos esses pertenciam aos Três Ramos das Forças Armadas. Dizem as estatísticas que entre o início e os fins da guerra foram chamados a prestar serviço obrigatório cerca de 1 milhão de jovens. Em 1961, serviam em Angola, Guiné e  Moçambique, apenas 6.500 militares, 1500 dos quais eram metropolitanos. Em 1973 Portugal tinha no Ultramar Africano 236.455 militares. O diferencial entre profissionais da guerra e os recrutados era abismal. Mas dá para entender que os poucos profissionais da guerra, com armas na mão, com os tanques ao seu dispor, com o respeito que a sociedade civil se habituou a ter pelas divisas, pelos galões e pelas estrelas ameaçaram, traíram, executaram os seus instintos. Meio milhão de retornados, gente que foi à luta, que trabalhou, que gerou riqueza, viu, em consequência dessa traição, tudo desabar à sua frente. Não puderam os milicianos, gente informada e expedita, explicar ao povo anónimo os motivos do golpe de Estado. E, embora traídos, até eles, vieram para a rua, saudar a queda do regime vigente, acabando a mobilização dos jovens que eram obrigados a cumprir apenas o dever cívico.
(Opinião de Barroso da Fonte)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Convite aos Companheiros

 

Convido todos os companheiros Elefantes Amarelos a participarem neste nosso blogue, enviando fotografias, documentos, histórias e tudo quanto queiram ver publicado neste sitio que afinal é o nosso ponto de encontro. O meu endereço é o seguinte:  fersafer@gmail.com,  ou se preferirem basta abrir uma caixa de comentário e dizerem o que acharem oportuno, corrigir algo que esteja menos exato, como nomes incorretos, locais, etc. Conto convosco para que juntos possamos construir e engrandecer este nosso blogue.